Quinta-feira, 03.01.13

Confira 5 atitudes que podem causar o divórcio e saiba evitá-las

As habilidades de uma mulher podem tornar o relacionamento mais apaixonado e pacífico em pouco tempo. Ela pode criar um "novo marido", com pequenas mudanças no próprio comportamento, e até evitar uma separação. Claro que existem maus companheiros – viciados em drogas, bebidas, jogos ou infiéis – que é melhor sumirem de vez do mapa. Mas quando o homem apresenta apenas pequenos defeitos, que não o tornam um péssimo marido, valer tentar manter o relacionamento. Para alertar aquelas que quiserem tentar salvar o casamento, o Huffington Post selecinou 5 atitudes que podem levar ao divórcio e também conta como evitá-las. 

Ignorar o esforço dele para te fazer feliz: maridos e esposas se esforçam de diferentes formas pelo casamento. Para a mulher, se sentir desejada e valorizada é vital. Já para o homem, respeito e sexo são de extrema importância. Você pode pensar no seu marido como uma exceção – como alguém que não quer te agradar -, mas ele simplesmente pode ficar inseguro por achar que não pode compensar seus desejos. Encoraje-o e valorize os esforços do parceiro. Ao rejeitar alguma tentativa do marido somente porque não era exatamente o esperado, você diminui as chances de melhorar a situação e ele vai pensar duas vezes antes de tentar agradá-la novamente. 

Agir em casa como se estivesse no trabalho: no trabalho, precisamos gerir projetos e conseguir aquela promoção. Em casa, os objetivos são diferentes, queremos sentir apreciação e ter apoio. Mas, se você tratar o marido como um empregado, ele irá se rebelar. Por isso, respeite-o e diga o que você quer em vez de mandá-lo fazer algo. Dê espaço para ele descobrir como te agradar.

Manipulação com o sexo: a maioria dos homens precisa mais de sexo do que as mulheres. Então, antes de se negar a fazer amor com o parceiro – seja para puni-lo ou porque está esgotada –, pense duas vezes. Você pode perder a chance de ganhar mais intimidade com ele e esfriar o relacionamento. 

Iniciar o divórcio: 66% a 90% de todos os divórcios são iniciados por mulheres.  Você pode pensar que o motivo é a infidelidade dos homens, mas existem casos em que a falta de ajuda com a criação dos filhos ou o distanciamento emocional causam o pedido. No entanto, várias destas mulheres, após o divórcio, concluem que o ex-marido era um bom companheiro e faltou apenas habilidade do casal para compartilhar as necessidades um do outro. Por isso, o ideal é tentar a comunicação e colocar as coisas nos eixos antes de se separar de uma pessoa que no fundo era boa para você.

Esperar ele melhorar: mesmo se houvesse um artigo para homens explicando o que eles podem fazer para melhorar seus casamentos, eles não iriam ler. A melhor forma de provocar mudanças no parceiro é agir diferente com ele. Em vez de criticar ou suplicar ao marido por mudanças, comece a reformular o seu próprio jeito de ser. 

 

fonte:http://mulher.terra.com.br/

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Sexta-feira, 21.09.12

Divórcio pode custar mais de mil euros

O aumento dos preços nas conservatórias públicas decretado pelo Governo pode fazer que um divórcio com partilha de bens custe cerca de 1000 euros. A subida de preços entra em vigor a 1 de Outubro e abrange quase tudo, dos casamentos à fusão de sociedades, passando pela habilitação de herdeiros. O Ministério da Justiça justifica a decisão com a necessidade de criar "melhores condições concorrenciais entre os diversos operadores" e para poder "suportar o crescente custo de manutenção" do Instituto de Registos e Notariado.

Um casal que se divorcie com separação de bens paga logo 625 euros, com transmissão de imóveis, são mais 125 euros, e acrescem 30 euros por cada imóvel em causa, mais a consulta à base de dados.

O aumento do preço é também feito através da redução de 40% para 15% do desconto para registos on-line a que recorrem notários, solicitadores e advogados. E da redução da validade das certidões comerciais de um ano para seis meses.

"Fizeram-se aumentos que em alguns casos são para o dobro, mas não houve coragem para resolver o problema de fundo que é a concorrência desleal que as conservatórias fazem aos notários privados", critica Carla Soares, antiga bastonária da Ordem dos Advogados, que se confessa preocupada com estes aumentos no actual contexto de crise.

ORDEM DOS ADVOGADOS CONTRA O AUMENTO

Segundo um parecer da Ordem dos Advogados de Abril de 2012, as alterações que o Governo tenciona fazer para aumentar as taxas dos actos de registo não tomam em consideração que são impostos por lei e que, por isso, sendo obrigatórios e necessários, os cidadãos não podem escolher. Além disso, a fixação dos valores dos aumentos, no que toca aos actos de registo civil e da nacionalidade, são desproporcionados, uma vez que são obrigatórios. 

131 NOTÁRIOS PODEM VOLTAR AO ESTADO

A maior parte dos notários privados diz que a partir de 2008 registou quebras de actividade e alegam que, até ao final de 2012, as quebras vão ser ainda maiores, e podem chegar aos 75%. Se a situação se agravar, muitos destes funcionários que ainda mantêm o vínculo à função pública podem optar pelo direito de reingresso, quando a sua licença terminar. O Estado concedeu licenças sem vencimento para incentivar o negócio dos notários privados. São cerca de 131 os notários à frente de cartórios privados que poderão assim regressar à função pública.

"A CULPA NÃO É DESTE GOVERNO"

João Maia Abreu, Bastonário da Ordem dos Notários

Correio da Manhã - Como comenta o aumento das taxas?

- A Ordem sempre disse que o Estado estava a fazer ‘dumping' de preço nas conservatórias. Era inevitável o aumento. Ou subiam ou acabavam com os serviços. Mas a culpa não é deste Governo, é da herança anterior.

- Como assim?

- Com o Simplex, as conservatórias passaram a praticar actos notariais a baixo preço, um caso único no Mundo. Agora vão tentar recuperar receita para suportar a estrutura. Mas o problema não se resolve.

- Como é que se resolvia?

- Acho que vai ser inevitável a privatização dos registos, que devia ter sido feita em 2004, juntamente com a do notariado. O Estado só fiscaliza. E só paga quem utiliza, e não os contribuintes. n

REDUÇÕES E AUMENTOS NO REGISTO COMERCIAL

As taxas emolumentares do registo comercial referentes à constituição de pessoas colectivas baixaram de 400 para 360 euros. Já as taxas devidas pelo depósito do projecto de fusão de empresas ou de cisão aumentaram, passando respectivamente de 100 para 120 euros.

78 ALTERARAM SE*O NO CARTÃO DE CIDADÃO

Dados do Ministério da Justiça dão conta de que, em 2011, houve 32 mulheres transexuais a mudarem de nome e de sejo; homens, 44. Nos primeiros meses de 2012, houve apenas duas pessoas a fazerem essa alteração. A partir de agora, essa alteração custa 200€.

TAXAS PARA DOCUMENTOS ONLINE

Passam a ser taxados o depósito, em www.predialonline.mj.pt, de documentos particulares autenticados (20 €) que se refiram a actos sujeitos a registo predial, e a disponibilização ou a renovação de código de acesso que permita a consulta dos documentos depositados (5 €).

CRISE PROVOCOU QUEBRA NOS DIVÓRCIOS

O número de divórcios registado em 2011 foi de 18 211, uma quebra de sete por cento face aos 19 532 do ano anterior. Esta redução inverteu uma tendência de crescimento de 15 anos. Os custos do divórcio em contexto de crise é a explicação apontada.

 

fonte:http://www.cmjornal.xl.pt/

publicado por adm às 23:58 | link do post | comentar
Segunda-feira, 03.09.12

Mulheres divorciam-se por "falta de comunicação", homens por "falta de amor"

Mais do que falta de amor, infidelidade ou violência física, as mulheres apontam a ausência de comunicação no casal como o principal motivo para pedirem o divórcio, revela um estudo da Universidade do Minho.

Quarenta e quatro por cento das mulheres entrevistadas apontam a insatisfação face à comunicação no casal como a principal causa para o divórcio, seguindo-se a ausência de amor (32%), a infidelidade (26,5%) e a violência física (21%).

Segundo a investigação, sustentada no testemunho de 56 pessoas divorciadas, já os homens esgrimem a falta de amor como principal razão para a separação.

Para eles, os motivos mais referidos são a falta de amor (32%), os problemas de comunicação (18 %) e a violência doméstica, sobretudo de ordem psicológica (4,5%).

Os homens sublinham, ainda, um aspeto nunca indicado pelas ex-companheiras, com 9,5% dos inquiridos a afirmarem que optaram pelo divórcio para legalizar outra relação já existente.

Outro aspeto mencionado exclusivamente por 17% do sexo masculino é o facto de o divórcio gerar perdas económicas e financeiras.

Elas são as únicas a referir a falta de independência (15%) como explicação para a rutura conjugal.

"Apesar destas assimetrias de género na tomada de decisão, a verdade é que as pessoas divorciadas veem a separação como um alívio e uma forma de escapar de uma 'situação intolerável'", explica Manuel Carlos Silva, coordenador do estudo.

Além dos 56 inquéritos, o trabalho, intitulado "Divórcio e Assimetrias de Género: Processos, Negociações e Impactos", incluiu também a recolha e análise de 400 processos de divórcio.

Segundo Manuel Carlos Silva, permitiu concluir que "a mulher é o elemento mais prejudicado e, por vezes, vítima não só durante o casamento, mas também nos próprios processos de divórcio".

O investigador sublinha que se regista uma evolução do número de divórcios, com preponderância nos grupos de empregados, profissionais liberais e nos quadros médios e superiores.

Acrescenta que o impacto da comunicação social na mudança de mentalidades e costumes, os movimentos de emancipação feminina e o aumento exponencial de mulheres diplomadas são alguns dos fatores que explicam a evolução do número de divórcios.

fonte:http://www.jn.pt/P

publicado por adm às 13:44 | link do post | comentar
Domingo, 15.04.12

Evite o divórcio; veja 7 passos para salvar o casamento

Passa um tempo juntos, compartilhar acontecimentos e dividir espaço sob o mesmo teto nem sempre fazem um casamento de sucesso. Mas existem algumas estratégias que podem fazer o matrimônio durar. Os momentos difíceis são os mais propensos para a separação do casal, pensando nisso, o site Abc News elaborou uma lista com sete dicas para salvar a relação; veja a seguir.

Tenha boa comunicação: Entre os principais ingredientes para um relacionamento de sucesso está a habilidade de comunicação, que permite ao marido e à esposa saber lidar com os conflitos rotineiros. Com o passar do tempo, o casal aprende a se comunicar e consegue conviver melhor, no entanto, uma má comunicação no começo do casamento pode levar ao divórcio.

Mande o tédio embora: O ardor da paixão vai embora nos primeiros anos de casamento, mas isso não quer dizer que o romantismo precisa acabar. Casais que reservam um tempo para viver momentos interessantes e desafiadores têm casamentos mais felizes. Fazer programas divertidos toda semana ajuda a manter a relação em pé.

Aceite as diferenças: Os primeiros anos de casamentos são, relativamente, felizes. Mas, com o tempo, as divergências em relação a fatos e conflitos começam a aparecer. O ideal é tornar estas dicussões construtivas e não levar a discórdia a uma briga sem fim.

Mantenha a saúde mental: Manter a saúde mental é importante para o sucesso conjugal. A ansiedade ou depressão pode acabar com o casamento, de acordo com um estudo publicado em 2004 no Jornal de Psicologia Clínica e Consultoria. A depressão pode reduzir a satisfação com o casamento pela culpa que assume o parceiro saudável.

Limite o apoio: Ao apoiar o parceiro é possivelmente comum exagerar. Às vezes, o que importa é como se dá o apoio do que sua quantidade e intensidade. Conselhos indesejados e ideias mal sucedidas podem prejudicar a relação conjugal.

Passem as férias juntos: Os casais que compartilham férias juntos conseguem estruturar melhor o casamento. Rituais também ajudam. Pesquisas mostraram maior satisfação quando a família se programa para uma festa anual ou quando viajam durante os períodos de descansos.

Formem um time: Reconhecer e celebrar o sucesso do cônjuge, por causa de uma promoção no trabalho ou outras coisas, pode ser mais poderoso do que apoiá-lo quando as coisas vão mal.

fonte:http://mulher.terra.com.br/

publicado por adm às 19:32 | link do post | comentar
Terça-feira, 21.06.11

Crianças têm dificuldade com matemática durante divórcio

De acordo com pesquisa nos EUA, algumas habilidades são comprometidas somente durante o processo de separação

 

Que o divórcio dos pais influencia o comportamento dos filhos, já é muito claro, mas uma pesquisa norte-americana mostrou que os problemas na escola e de comportamento são restritos basicamente ao período do processo de divórcio, ou seja, a fase anterior não gera problemas para as crianças. Os resultados deste estudo foram publicados na edição de junho da revista American Sociological Review. 

Na pesquisa, Hyin Sik Kim, doutoranda da Universidade de Wisconsin-Madison, nos Estados Unidos, analisou um estudo com mais de 3.500 crianças nos anos iniciais da escola a partir de 1998. Ela pôde observar as mudanças comportamentais, ou falta delas, antes, durante e após o divórcio de alguns casais. 

"Eu esperava que existisse conflitos entre os pais que os levassem até o divórcio, e que isso seria um problema para o filho, mas não consegui encontrar um efeito significativo disto no período pré-divórcio", disse Kim. 

A pesquisadora não acredita que o comportamento seja um reflexo da resiliência destas crianças. Para Kim, o pensamento de que as crianças aprendem a cooperar com a situação é exagerada. 

Entre as mudanças possíveis de se observar, o desempenho em matemática e habilidades interpessoais foram afetadas. "Crianças que passaram por uma experiência de divórcio tiveram problemas com a matemática, habilidades interpessoais e de comportamento internalizado durante o período do divórcio. Elas ficam mais inclinadas a problemas de ansiedade, solidão, baixa autoestima e tristeza", explica Kim. 

Mas porque o divórcio implica em complicações para a aprendizagem da matemática, por exemplo, e não para a leitura? Acredita-se que, como os conceitos matemáticos sejam baseados em informações que são atualizadas com frequência, o processo acabe por ser dificultado pelo período de estresse pelo qual passam estas crianças. 

Um dado importante divulgado na pesquisa, é que as crianças tendem a manter um comportamento positivo exteriorizado enquanto lutam para manter o controle internamente. Este tipo de estudo poderá ser útil não apenas para os pais, mas também para os professores entenderem o comportamento infantil durante um divórcio para que assim possam se preparar melhor para lidar com isso na escola.

fonte:http://www.bonde.com.br/?

publicado por adm às 23:10 | link do post | comentar

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